sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O que pode ser feito por um mundo melhor?”

#Por1MundoMelhor vamos...


"ACEITAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO
ANDAR TODOS JUNTOS NUMA MESMA DIREÇÃO
SER FELIZ ACIMA DE TODA DIFICULDADE
AMAR AO PRÓXIMO...
...AMAR MAIS "


                        
O mundo é nosso! 
Se todos juntarem a vontade que tem em si para mudar o mundo
e se unir aos demais, poderemos fazer um mundo melhor!

                          (Gabbie Mariano)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

what?

Sim todas as noites sao assim.bebendo. hehe
O tempo passa, o tempo passa, e as pessoas aparecem na minha frente de tempos em tempos para fazer a mesma pergunta: qual é o seu maior sonho? Qual é o seu objetivo na vida?
Ai! Que invasão de privacidade...que coisa desagradável.
Eu não sei pensar nisso. Não aprendi, não nasci com o gene de quem pensa nisso. Não tenho temperamento para isso. Daí ele me diz: "mas que coisa vazia não ter um grande sonho".
Eu não tenho, dá licensa? E a minha vida está tão longe de VAZIA, meu coração está tão longe do abandono, meu caminho está tão longe do deserto...
Eu invejo quem tem grandes ambições. Juro. Porque toda vez que eu parei pra pensar no que queria da vida, tive uma dificuldade gigantesca para me responder. As palavras não aprecem. As imagens ficam embaçadas. Eu quero tudo e não quero nada. Acho que quero viver e ser feliz.

Eu sempre me juntei a pessoas com grandes ambições e ajudei a planejar e alcançar cada um de seus objetivos. E a quem não tinha uma ambição eu apresentei uma. Sou boa nisso. Quem sabe esta seja a minha missão por aqui?
Quando eu era uma namoradeira inveterada, minha mãe conhecia um namorado meu e dizia sempre a mesma frase: "Lá vai ela...transformar um ninguém em um grande homem para depois ir embora." Era isso mesmo. Sempre foi isso mesmo. Colocar coisas no mapa. Colocar pessoas na lista. Instalar lâmpadas e lanternas para que tudo seja finalmente enxergado. Depois, tirava "as rodinhas da bicicleta" e deixava a criatura viajar sozinha.
Isso não faz de mim nada especial. Isso eu faço sem querer, fácil, com o pé nas costas. E talvez eu tenha vindo ao mundo pra fazer só esse tipo de bobagem.
Deus perguntou: "E aí? O que vai ser? Ser grande, ou estar por trás dos grandes?"
Hm...essa imagem me tranquiliza. hahaha.
Esta semana ouvi de uma alma amargurada: "o que é você? Algum tipo de anjo que aparece quando a gente precisa?" Será? Só porque eu vejo melhor a sua dor e a solução para ela do que veria a minha própria. Só porque eu sou metida e não tenho papas na língua? Só porque você estava triste e eu resolvi falar com você? Não sei. Talvez eu esteja aqui para isso. Eu, tão confusa e atrapalhada, sou capaz de tirar pessoas do limbo, de trazer de volta à vida quem estava desistindo. Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, é o lema. Se você fizer o que eu faço, vai entrar num buraco, porque eu nunca faço nada muito certo. Mas se ouvir as minhas palavras, vai sair desse seu buraco negro. Vem cá. Põe a mão aqui e pode roubar a minha energia porque ela deve estar aqui pra você.
Mas e os meus próprios sonhos? E meu goal in life? Cadê?
Passei a vida deixando que ela me levasse. A primeira vez que fui invadida e ferida gravemente, foi por um amigo que me disse: "Você tem que querer ser a melhor. Não existe nada abaixo dos melhores." Ai! Cala a boca! Eu nunca pensei nisso, nem sei como é tentar isso. Eu tenho 21 anos e sou tão feliz! Com que direito chega um doido amargurado e me diz um barbaridade dessas?
meses depois virei amiga dessa pessoa que anseia ser o melhor; e vem conseguindo a cada dia superar os melhores de uma maneira quase avasssaladora. E ele me diz: "você tem que lutar para ser a melhor."
Ai...eu sou! Eu sou a melhor amiga que você poderia ter. A melhor conselheira. Faço o melhor macarrão que você já comeu. Sou a melhor partner in crime que você jamais sonhou. A melhor crítica do seu trabalho que só te faz melhorar. O melhor papo da madrugada no msn. A melhor namorada. A melhor enfermeira. A melhor realizadora dos seus sonhos. A melhor platéia dos seus feitos. O melhor apoio nas horas complicadas. A melhor roteirista dos seus passos. A melhor presença...
A vida sempre me levou, apresentando as alternativas e os caminhos nas horas exatas. A vida sempre me presenteou com surpresas não planejadas. A vida sempre me premiou com a capacidade de enxergar o caminho, milhas além de qualquer um.
Eu não preciso ter um sonho. Eu passo a vida sonhando. Acordada. Do not disturb!

Solitaire

Texto retirado do site pegadas sujas!!!



A vida me sabota, eu sei.


Mas havia dias que eu sentia nela um quê de sumiço. Um quê de serenidade e lividez do desaparecimento. Ela estava ali, mas ela não estava aqui, comigo. Havia um rastro dela, físico, indivisível, mas dos seus olhos brotavam furta cores, milhões de tons, camaleões de matizes que indicavam o quanto ela estava partida, segmentada, perdida, distante.
Nem por isso deixei de desejá-la. Au contraire, passei a desejar e querê-la muito mais, como quem está prestes a deixar que a mão escorregue das suas mãos e o corpo desabe pelo precipício. A mão que segurava o corpo era minha. O precipício era eu. O grito era meu. A dor era ela.
E eu, na minha intolerância de só falar de mim, ia esquecendo o torpor dela. O silêncio dela me ofendia, enquanto as palavras caíam, indispostas, por algum dos lados da boca, sem força pra emitir som. Um troço incômodo, vago, mas que não dava motivo oficial para uma argumentação.
- O que você t…
- Nada.
Fim.
Nem por isso deixei de comê-la. Com força, com ódio, com violência, com amor. Não deixei de pegar nos seus braços, apertar sua bunda, lamber seus gostos todos. Não deixei de engoli-la por inteiro. Mas sentia, por todo o corpo, que alguma coisa havia saído do lugar.
Eu estava só.
Com ela ao meu lado. O que era um alento, um resto, fresta de sentimento.
Logo eu, cuja vida depende da sua boa vontade, estava só.

Tem a hora em que não entra mais ar, não entra mais porra, não entra mais pau e não entra mais vida. E tem a vida que sobrou dentro, e não pode sair porque senão acaba. Não quero que acabe.
E tudo seco e quente, e a boca para de dizer o que eu penso e o abismo cresce. E nem o sexo resolve, porque tem o que vem antes e o que vem depois, e eu não sei onde colocar os pontos, e as vírgulas.
Não quero que o hiato siga, não quero que a boca seque. Mas o ar que eu inspiro pelo nariz não me basta. Então eu cerro os lábios, e inspiro com força e cuidado pra não fazer barulho.
Someday, my happy arms will hold you
And someday, I´ll know that moment divine
When all the things you are,
Are mine.
Me come sem fazer barulho, sem beijo e sem falar nada. Não tenho nada pra dizer, não tenho como explicar. Queria chorar. Nem chorar, queria respirar fundo ou transpirar. Gozar indifere, quero que você seja o que entra e sai de mim.

Ritual do fim







A vida antigamente era mais difícil numa série de coisas, mas em outras era milhares de vêzes mais fácil. Principalmente no que diz respeito aos relacionamentos.
Falar e ver a pessoa amada não eram coisas tão simples, nem tão complicadas. Deu pra entender? Eu explico:
As pessoas se conheciam no bonde, no ônibus, na festa, no clube. Fato: elas se conheciam assim, fisicamente, olho no olho. A primeira impressão era realmente à primeira vista. Uma ouvia a voz da outra, sabia a altura, o tamanho, os atrativos e os nem tanto, sentia o cheiro. Sabe assim? Como os homens da caverna? Coisa antiga...
Pois bem. Como fazer para se encontrar de novo? Pouquíssimas possibilidades. Nem sempre alguém passa pelo mesmo lugar duas vezes em uma semana, a não ser quem se conhecesse no trabalho -- mas não se come a carne de onde se tira o pão (cof cof...eu nunca!).


Depois tinha o telefone. Era preciso descobrir o número da pessoa e, para tal, bastava procurar na lista telefônica de assinantes, caso tivesse dado tempo de saber o sobrenome . Depois de conseguir este tesouro, telefonar era uma coisa meio cara, então ninguém abusava. Falar todo dia já era uma coisa exagerada, mais de uma vez por dia era coisa de gente louca. Sem celulares e mensagens de texto, era impossível mandar um  :)  de vez em quando para se fazer presente.
Em compensação, naquela época, se um homem aparecesse de surpresa na porta da casa ou do trabalho da moça, ou se telefonasse para a casa dela, ele não era considerado um stalker, ao contrário, era uma demonstração de interesse e afeição apreciada até. E as pessoas escreviam cartas. Isso: Cartas! O carteiro não trazia contas, trazia CARTAS. Para as contas, existiam os carnês -- que não eram enviados pelo correio.


Pois bem...um namoro envolvia cartas, bilhetes, fotografias, presentinhos fofos. E o final de um namoro envolvia devolver, rasgar ou queimar cartas, bilhetes, fotografias e presentinhos fofos.
O ato de rasgar era a grande catarse. Depois de lágrimas sem fim, dias de sofrimento ou de raiva, você simplesmente abria aquela caixa, remexia tudo, escolhia meia dúzia de coisinhas para guardar - isso entre soluços e ataques de fúria - e rasgava página por página, envelope por envelope, jogando toda a sua energia e todo o seu sofrimento neste ato. Um ritual de luto. É como enterrar seus mortos. Eu nunca fiz isto. Eu guardo todas as cartas, fotos e mimos dos exs. O que gera um aborrecimento enorme com o "atual". Dan, eu ainda tenho todas as suas cartas e fotos viu? hehe  Marcooo (ex noivo) eu tbm tenho as cartas, menos as fotos que estavam no HD. hehehe

O luto é necessário para a aceitação. Depois do enterro, você chora, se descabela, mas não encontra mais o morto andando por aí. Depois do enterro, você espera lá seus sete dias, manda rezar uma missa ou o que quiser...e está liberado do sofrimento. Kind of.  Rasgar cartas e fotos é exatamente a catars e do luto dos relacionamentos. Queimar então...maravilhoso. Depois deste momento, você é oficialmente uma pessoa mais leve.

Pois bem...ERA!
Porque hoje não tem como. As pessoas terminam e continuam vendo o nomezinho da criatura ali na janela do messenger com uma bolinha verde que praticamente diz "disponível, mas não para você". E fotos que mudam todos os dias. E Facebook, Orkut, Twitter, notícias que não param de chegar. São lembranças postadas por todos os cantos da web e ainda tem o grande cemitério das almas perdidas -- que se chama Google -- capaz de achar as imagens de vocês dois juntos que aquela tia dele postou.
Se ela pinta o cabelo, ele vê. Se ele começa a malhar, ela repara. Se um dos dois namora, o status muda como um tapa na cara.
É a vida eterna dos amores perdidos.
Quando você termina um relacionamento, o histórico do messenger também desaparece? E o do Skype? Não...você pode encontrá-los bem na hora que já estiver se recuperando, reler tudo e ter uma master recaída. E os e-mails? Você pode deletá-los todos, mas ao contrário do ato de rasgar, o que fica não são fragmentos de declarações de amor em forma de papel picado...é o vazio. Deletar não cumpre o ritual do luto.
A internet é a volta dos mortos vivos. Ex-namorados-Zumbis. Ex-mulheres-imortais. Eles se vão, mas nunca partem. E se bebem, entram de madrugada pra escrever mensagens saudosas que não vão lembrar de manhã. Como lidar?

É preciso criar outro ritual de luto para preservar os corações dessa bagunça. É urgente!


By Gabbie


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Confesso a minha intolerância

As coisas em que acredito ferem menos as pessoas do que aquelas nas quais eu não acredito. E este meu “não acreditar” vem de algum lugar escondido dentro de mim. Eu já tentei acreditar com todas as minhas forças, e quanto mais tento, mais meu raciocínio lógico me faz cética e eu caio no pensamento de sempre: será que eu não mereço acreditar?

por que as pessoas  precisam tanto acreditar em algo mais forte do que elas, que possa puní-las se agirem errado e dar-lhes um lugar no céu se forem bons? Elas não sabem agir certo simplesmente por ser certo? Não sabem que não se pode prejudicar o próximo? Não entendem que para toda ação existe uma reação? Que você recebe o que dá e colhe o que planta? Não dá para simplesmente agir direito porque a gente deita a cabeça no travesseiro e dorme tranqüilo? Não sabem que só a paz de espírito é o verdadeiro paraíso?
Que tipo de animais nós somos?
As coisas em que acredito ferem  menos do que aquelas em que eu não acredito. Trust me. Se eu fosse pedir alguma coisa a Deus, pediria para ser ignorante.


By Gabbie

Confissão

Então, o que passa?
O que passa que eu ando calada?
Eu ando calada? Nada! Eu tenho falado mais do que o homem da cobra, em frases curtas em Espanhol com 140 letras - todas contadas -, sem pontuação, sem me preocupar com maiúsculas.
Tenho falado besteira, tenho rido demais...
Tentando tirar de mim aquele dia em que me entreguei à você.  Hoje tenho medo, medo e medo de que esse dia permaneça comigo por alguns dias,semanas...


By Gabbie

Te amO!

É grande demais... maior que eu, maior que tudo,
a presença da sua ausência.



Tenho o rosto lavado pelas lágrimas que eu ainda não tinha chorado.


(tears stream down your face
when you lose something you cannot replace...)

By Gabbie

Depois de tanto pensar...

É um mega dramalhão. A gente escuta mulheres, desde uma tenra idade, dizendo que jamais perdoariam uma traição. Homens, desde pequenos prometendo sangue em caso de infidelidade.
Aí eu, que sou meio que uma espectadora metida do comportamento alheio, fico aqui remoendo os meus botõezinhos...E se a gente pensasse direito?

Em primeiro lugar, como disse muito bem a Deo, "traição" é a palavra errada para o caso.
Traição é revelar informação secreta. É emboscada desleal. Não deixa de ser um tipo de infidelidade, mas não sei...acho "traição" meio demais. Então vamos aos fatos (ou quase...vamos à minha usual elocubração sobre os fatos).

Para começo de conversa, a fidelidade vai contra todos os princípios da natureza humana. Já falei isso mais vezes do que deveria, mas é o que acredito. Na origem, o homem foi feito para inseminar tantas mulheres quantas passarem na sua frente. A mulher foi feita para encontrar um macho alpha por ano e com ele fazer um filho. Ponto. Depois nasceu a ética e com ela a mentirama.
Falando eticamente, todos nós deveríamos ser monogâmicos e monoteístas e negar toda a diversidade que esse mundo de meu deus oferece. Mas além de prometermos para nós mesmos que somos capazes de afogar a natureza e fingir que ela não existe, ainda transformamos tudo o que é natural em pecado...e fingimos que rezamos para um Deus só. É...um deus só de cada vez, se a gente for contar todos os santos e orixás, e amuletos, e orações alternativas no decorrer da vida.
Pós-ética, o que exatamente faz com que duas pessoas se casem? Amor, certo? Ou pelo menos deveria ser. Então, duas pessoas se amam, mas o câncer dessa sociedade é que as pessoas não se dão conta de que isso - esse amor - e só isso, as une. Nada mais une duas pessoas de verdade. Então, baseado nisso, pode-se dizer que o compromisso entre duas pessoas é afetivo. Sim, não tem papel que segure, não tem filho que segure: casamento é um compromisso AFETIVO e por isso acaba quando acaba o afeto, não interessa se no papel as pessoas continuam casadas ou não.

Então estas pessoas se amam de verdade, mas um dia uma delas conhece outro alguém que a atrai, que a faz sentir como a lá de casa não faz mais, ou não está fazendo neste momento, não por culpa dela, talvez por sua culpa, ou da vida, ou dos dois...mas o fato é que "ai a maldita natureza quando bate, bate forte". E há um deslize. Aí é que entra a minha opinião torta.
O que é infidelidade? Ceder à tentação, ou ser pego? Porque alguém só é oficialmente infiel quando é pego no ato, quando conta tudo, quando a amiga bacana vem e o entrega, ou quando a outra tem um pití e liga para casa do cara para contar tudo para mulher dele. A partir deste momento, o pobre incauto que acabou de cair da árvore e não é capaz de controlar o próprio bim-bim é oficialmente infiel e vai ter que aguentar o ataque da mulher.
A mesma coisa vale no caso inverso.
Então...talvez a traição seja o ato da amiga, ou da outra. Ha!
É...porque você estaria vivendo muito bem, obrigada, se a sua amiga não fosse fofoqueira. Agora você vive com uma pensão miserável, os almoços de domingo ainda são na sua casa, e é você quem fica com as crianças. Então...me conta! Quem traiu quem? A amiga.
Eu francamente não vou querer saber se um dia meu marido me trair. Ele que não venha me contar, porque excesso de sinceridade, meu bem, ou é falta de educação ou crueldade. Deus me livre! Me deixe na ignorância.

Eu não defendo a infidelidade. De jeito nenhum. O que eu defendo é a paz mundial. Pensa: aquelas duas pessoas se amam de verdade. Elas têm filhos. Elas construíram uma história juntos. Quem é você, cara pálida, para entrar no meio disso com uma bomba e espalhar dor por todos os lados? Quer fazer uma boa ação? Chama o traidor para conversar, não o traído. Mas saiba que ele vai falar para sua amiga que você andou dando em cima dele e, babau amizade. Juro.
Então eu acho que o problema da infidelidade não é a infidelidade em si. É a boca grande das pessoas. Juro para você que é isso que eu penso. Errar é humano. Viver em paz é uma raridade. Ser feliz é - às vezes - fechar os olhos e fingir que não viu certas coisas.
Você acha que seu marido anda dando umas voltinhas por aí? Quem sabe você para de ser chata, para de regular mixaria e dá uma canseira nele todos os dias antes de sair para o trabalho...duvido que sobre alguma energia para ele transar com outra. Seria legal também se você parasse de reclamar dos amigos dele, da mãe dele, das manias dele. Tudo isso estava no pacote quando você escolheu esse pobre coitado para viver com você para sempre.
Ah...é a sua mulher que anda estranha? Tá mais magra, toda arrumada, parece mais sexy, sorrindo mais? É...amigo...tem alguém rondando ali e fazendo com que ela se sinta mais bonita. Melhor você começar a fazer isso antes que a vaca vá pro brejo...porque eu vou te contar um segredo: mulher luta contra a tentação com todas as forças, mas se for vencida, ela se joga! Se ela for para cama com outro é porque gosta dele. Se ela gostar muito dele você passa a ser o outro. Então flores hoje? Uma mensaginha de texto mais picante? Namorar, lembra como era? Acho bom.


De qualquer maneira acho isso sim: infiel é quem é pego. Então seguem três conselhos
1. Não traia. Tente melhorar o que você tem em casa, porque dificilmente você vai ter coisa melhor. (Dizem que a vida de solteiro anda complicada hoje em dia)
2. Quer fazer? Faz direito e não conta nem pro espelho.
3. Para de ser idiota que você não quer perder a pessoas que escolheu. (ah quer? Então quem você está enganando?)

Boa semana para você.
:)

By Gabbie

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Abstinência

Eu de novo!!!!



Sobre o que falar hoje?
Vasculhei minhas gavetas em busca de assuntos mas não está nada fácil encontrar. Esses dias, quase todos os assuntos me parecem banais na verdade -- e um assunto banal seria perfeito neste momento -- mas não encontro um que seja digno de ser transformado em letrinhas para encher o seu saquinho, querido leitor. Então pensei em fazer mais uma listinha tosca.
Poderia ser a infinita lista dos meus "não-gostares", ou das minhas "comidas preferidas" [mas ficaríamos em dois ou três itens apenas], ou talvez "coisas que eu não suporto num homem"...mas vem cá? Quem vai querer saber o que eu não suporto num homem? Bobagem, todo mundo sabe que eu tenho o pavio maior do mundo e suporto qualquer coisa, menos burrice. Burrice eu não tolero em ninguém.

Então resolvi falar sobre abstinência. De qualquer coisa. De inteligência inclusive.
De uns dias pra cá eu resolvi me abster de ser inteligente. Agora eu finjo que sou burra, que não entendo algumas coisas, que acredito em tudo o que me dizem. Até dou razão para quem absolutamente não tem, só porque resolvi que a abstinência de inteligência seria a melhor maneira de sobreviver aos dias que tenho vivido. Porque, amigo...amiga...se eu resolver ser inteligente agora, não vai sobrar pedra sobre pedra. Juro. Eu vou sair atropelando tudo para mostrar quem está certo e quem está errado, vou ganhar a luta por knock out e levar o cinturão de campeã absoluta, invicta, eterna, com o pobre adversário arremessado contra as cordas, pedindo mais. É, você leu certo: não é pedindo água, é pedindo mais.

Abstinência de comida.
Pelos motivos errados, resolvi me abster disso também. Como, mas o faço por obrigação ou para acompanhar a família que não tem culpa das minhas decisões imbecis. Resolvi me abster de ser gorda e de envelhecer sem digninade, e para isso estou -- pela primeira vez (segunda vai?) na vida -- tendo caráter suficiente para voltar a ter o velho e bom corpão aquele que alguns de vocês chegaram a ver e outros nem imaginam que um dia eu tive.

Então recapitulemos: Estou em plena abstinência de inteligência, comida e Amelice (ou seria Ameliazice, whatever).
Ainda no projeto "Devolve o Meu Corpo", estou em abstinência de audição. Sim, porque é difícil ficar ouvindo qual aparelho é melhor para gordura localizada e o que é bom para celulite, e que a Jackie Curi (quem?) faz manthus, a Monique Evans faz 300 sessões de bronzeamento por dia e por isso a pele dela é laranja e mais grossa do que chapéu de cangaceiro (e o cérebro dela cozinhou), a outra Jaqueline fez estrias horríveis na gravidez mas sumiu tudo com sei la o que, e o creme da fulana, as bolas da ciclana que emagrecem 520 quilos por dia e tal. Sacal. Então agora eu sorrio com a maior cara de interesse ao escutar qualquer dessas coisas e me abstenho de lembrar quem sou eu. Sim, porque se eu lembrar, eu saio correndo enrolada na toalha pelas ruas feito uma louca, e sou presa, porque o lugar fica ao lado da delegacia. Ah...e abstenho-me de realizar a dor. Não sinto. Pode apertar, puxar, espetar...não vou sentir. Mas antes que você dê palpite, saiba que estou me abstendo de treinar sim. E daí? Mas estou correndo, porque correr gera uma deliciosa abstinência cerebral. Eu não penso enquanto corro. É lindo.

E ainda tem a abstinência de viagens que me faz sofrer mais do que todas as outras. Sinto falta do Rio. Sinto falta do cheiro dos lugares que eu amo. Sinto falta das minhas amigas. Eu poderia viajar...tenho milhas...tenho liberdade...tenho tudo o que preciso, mas e a minha casa?? Ficar sem ver a casinha para alugar? Never! Never! Então fico sem mais um desenho preferido em prol do bem geral da nação.

E assim passam os dias. Eu em crise de abstinência de algumas coisas por opção outras por imposição, tendo meus delírium-tremens baixinho debaixo do edredon sem ninguém saber. Tá frio né? Se eu tremer e gemer, é porque o lençol elétrico desligou. he he he, ah eu não tenho esse lençol!!!

Beijo pra você que é normal.
p.s.: Se estiver lendo esses post, tu não é normal!

By Gabbie 

Revoltada??

Agora estou na batalha inversa, por isso não vou mais emitir minha opinião estranha sobre as coisas. Não vou mais sorrir de graça e ser atenciosa. Não vou mais conversar sobre todo e qualquer assunto com toda e qualquer pessoa. Não vou. É...porque agora eu sou burra de pai e mãe. Estou até pensando em começar a ver a novela das 6, a das 7 e a das 8 e virar fan da Luciana Gimenez. Pronto. Fim.

Deu pra perceber que eu estou com raiva? Não me pergunte porque, mas eu estou. Estou sentindo uma vontade gigantesca de agredir, de escurraçar (como escreve isso?), de sacudir pessoas pelos ombros fazendo a cabeça delas ir para frente e para trás com tanta força, que elas fiquem tontas e desmaiem. A única coisa que eu não saberia fazer é deixar a criatura desmaiada lá, caída no chão. Eu cuidaria dela...porque eu sou tão idiota que nem raiva eu sei sentir direito.

Já é meu 3° post e eu não paro! Vontade imensa de escrever, agora que voltei p blogs da vida, que me aguardem!  

Assim...estou de mal com o universo. Hello? Via Lactea? Exploda!


By Gabbie

_Presente

O que eu quero de presente? 

As pessoas perguntam e eu não sei a resposta. O que será que eu não tenho? Preciso fazer as contas....deixa eu ver...
Eu tenho a vida que eu quis, rsrsrs... tenho pernas que me levam...Pernas me levam? É a imaginação que me leva, e me leva todos os dias pra onde eu quiser, mesmo que ninguém mais queira. Tenho essa cabeça, completamente descompensada, que dá risada sozinha da vida que eu escolhi. Ri dos dias, ri das coisas, ri do cheiro que a vida tem. Tenho esse coração debilóide e dramático que ama mais do que o amor aguenta e sonha até o último cantinho escondido do universo dos sonhos....e delira.
Eu tenho os cheiros das coisas que eu gosto e as coisas que eu gosto também, que não são tantas. 

Às vezes as pessoas dizem que é difícil me dar presentes porque eu tenho tudo. Mentira...eu não tenho tudo o que se pode comprar. Eu tenho tudo o que se pode querer. E o que eu quero não é o que os outros querem. É bem mais simples, bem mais barato, nem tem pra comprar, acredite.
Se eu for predir presente, vai ter que ser "presente". Presente é aquilo que se tem agora, que se vive agora, e que se guarda para sempre porque não é esquecível. Isso pode vir numa caixa ou no vento . Pode ser uma palavra ou um objeto...pode ser nada se vier com um olhar, um beijo, um abraço bom.
Presente é o que te faz viver, e vida é o único presente que me interessa.
Não quero gadgets, não quero roupa da moda, uma bolsa de marca, um sapato, uma jóia. Não...wait! Eu quero uma jóia sim, mas dessas que não se perdem, que não derretem, que não se enterram em baús de tesouro, porque só é possível guardá-las na alma.
Eu quero essa pedra rara, esse tesouro inteiro que são as pessoas que me cercam, encrustradas na vida que me cabe, cravejadas de amores que nunca passam.
Então, pensa como é fácil me dar um presente: uma flor arrancada de um jardim, um papel recortado, um bilhete feliz, uma pedrinha de um lugar bonito, uma foto do céu... 
Se em algum momento do dia, em algum lugar do mundo, alguém pensou em mim e sorriu...bingo! Este é o presente que eu quero.
Uma vez ganhei uma caixa de fósforos que tinha um único palito, e nele estava escrito "agora". 
É isso...agora é tudo o que se tem. O bem mais valioso: o presente. 
É o que eu quero.


By Gabbie

Confused

A busca por respostas em nossas vidas é um tanto quanto complicado de se encontrar. Quem nunca se questionou: Quem sou eu?! Eu me fiz essa pergunta várias vezes ontem, até que consegui responder, as minhas próprias duvidas e de acordo que ia me questionando as respostas, aos poucos iam aparecendo, é estranho, mas sinto que cada palavra, sairá do fundo do coração, pois estava me encontrando, eu mesma que estava ali. Estas foram algumas perguntas com minhas respectivas respostas.( EU fazia as perguntas, EU MESMA respondia).
EU: O que é pior, fracassar ou nunca tentar?
Eu mesma: O pior é nunca tentar, quem não almeja alcançar um objetivo, já é um fracassado. Afinal, se não tentarmos, como iremos saber se vamos conseguir?!

Eu: Há algo que você faz diferente de outras pessoas?
Eu mesma: Sim, faço um macarrão, com um molho especial que nenhuma outra pessoa faria.rsrsrs

Eu: Se você não alcançou o que quer, o que tem a perder?
Eu mesma: Tenho a perder simplesmente a minha felicidade.

Eu: Você se considera uma pessoa fria?
Eu mesma: Sim. Não sou do tipo que conversa com tudo mundo. Se falo, é por pura educação. Não sei fingir sentimento algum, é incrível, rs.! As pessoas me acham fria, porque não dou atenção a coisas que não me interessam, e realmente não dou! Para sentir confiança pelas pessoas, tenho que conhecer bem, mas quando me conquistam, me dou por inteira. ( Isso é para cutucar um certo alguém!).

Bem, foram mais questionários, mas esses são os que escolhi p por.

É isso aí... Me senti muito melhor depois dessa entrevista!! é quase impossível saber da verdade sem se questionar...

Gabriela Mariano